Nenhuma montanha é tão alta para que você escale
Tudo que você tem que ter é um pouco de confiança
Nem um rio é a tão imenso para que você o atravesse
Tudo que tem que fazer é acreditar na sua fé
Então você verá, o amanhã chegará
E todos os seus dias serão brilhantes como o sol
Então todos os seus medos cairão sobre mim
Eu apenas quero te ver feliz, firme e forte...
Eu serei sua nuvem acima do céu
Eu serei seu ombro quando você chorar
Eu ouvirei sua voz quando me chamar
Eu sou seu anjo
E quando todas as suas esperanças tiverem ido embora, estarei aqui
Não importa o quanto você esteja longe, estarei proximo
Isso não mudará quem você é
Eu sou seu anjo
Eu sou seu anjo
Eu vi uma lágrima, e ouvi seu choro
Tudo que você precisa é tempo, me procure que você encontrará
Você tem várias coisas e ainda está sozinho
Este não tem de ser o seu caminho, deixe me lhe mostrar o belo dia
Então você verá, o amanhã chegará
E todos os seus dias serão brilhantes como o sol
E todos os seus medos cairão sobre mim
Eu apenas quero te ver feliz, firme e forte...
E quando for o momento de encarar a tempestade
Estarei ao seu Lado
Ficaremos seguros e aquecidos
Eu sei que nós sobreviveremos
Quando parecer que seu fim está próximo
Você não ousará desistir de lutar
Você apenas colocará sua confiança além do céu.
Celine Dion
Palavras & Poemas - Blog com poemas, letras de músicas, contos, poesias e muito mais.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
As Sem Razões do Amor
As sem Razões do Amor
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
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